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Leia a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano.
 
 
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Sínodo Diocesano

O sonho missionário de chegar a todos

Papa Francisco, Evangelii Gaudium nº 31

 

O que é um sínodo?

A palavra tem origem no grego “synodos” e significa: caminho feito em conjunto. Foi traduzida para o latim como “concilium”, que quer dizer: assembleia.
O Sínodo Diocesano é uma assembleia que reúne leigos, consagrados e sacerdotes dessa Igreja particular, escolhidos para auxiliar o Bispo Diocesano no exercício da sua função, para o bem de toda a comunidade cristã. É um caminho de reflexão, avaliação, renovação,planeamento e programação, feito em conjunto, com a participação de todos.
 

O porquê de um Sínodo?

A inspiração para a realização de um Sínodo em Lisboa nasce como acolhimento e resposta à Exortação Apostólica do Papa Francisco, ‘A Alegria do Evangelho’ (publicada a 24 de novembro de 2013), um programa de missão geral e evangelizadora, em estreita sintonia com o processo de renovação da pastoral da Igreja em Portugal, a que fomos recentemente convidados.
O Sínodo acontece no contexto da celebração dos três séculos sobre a qualificação patriarcal de Lisboa, que ocorrerá em novembro de 2016. A sua preparação, a começar já, envolve-nos a todos num processo de discernimento, purificação e reforma, que, como diz o Papa,“não pode deixar as coisas como estão”.
Neste sentido, o nosso Bispo a todos quer escutar e convidar a vivermos em estado permanente de conversão e missão.
«Para que o impulso missionário seja cada vez mais intenso, generoso e fecundo, exorto também cada uma das Igrejas particulares a entrar decididamente num processo de discernimento, puricação e reforma». (EG nº 30)
Estas indicações do Papa Francisco encontrarão na Igreja de Lisboa o mais fiel e pontual cumprimento, que se traduz na realização de um Sínodo Diocesano em 2016 [no tricentenário da qualicação patriarcal], cuja preparação começa desde já, para concretizar na Igreja de Lisboa este programa evangelizador, retomando e projetando para o futuro o melhor fundamento da nossa qualificação patriarcal.
D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa
22 de janeiro de 2014
Solenidade do mártir São Vicente
 

Metodologia

No início de cada trimestre receberemos um guião que orientará a nossa caminhada sinodal e constará de oração, leitura e reflexão pessoal, diálogo comunitário, compromisso e celebração.
Em cada etapa (trimestre), após o trabalho pessoal, somos convidados a reunirmo-nos em grupo (existente ou a constituir para o efeito) para a oração, o estudo, a partilha e a missão. Procuremos envolver todas as “forças vivas” do Patriarcado de Lisboa: comunidades paroquiais, institutos de vida consagrada e sociedades de vida apostólica, movimentos, associações e grupos eclesiais, institutos de formação e educação (seminários, universidades e escolas), famílias, instituições…
No final de cada etapa, cada grupo enviará o contributo da sua reflexão e ensaio para o Secretariado do Sínodo. Este tratará toda a informação e preparará o documento de trabalho ou “Instrumentum Laboris” para a Assembleia Sinodal.
Cada etapa deste caminho culminará num momento alto do ano litúrgico e pastoral: o 1.º trimestre conduzir-nos-á ao Natal; o 2.º, à Páscoa; o 3.º, no final do ano pastoral, congregar-nos-á no Dia da Igreja Diocesana.
Localmente, e para marcar o ritmo sinodal,cada comunidade pode enriquecer esta caminhada da seguinte forma: ensaiando novas formas de missão e valorizando celebrações e eventos significativos.
 

As etapas

A caminhada de preparação para o Sínodo decorrerá ao longo dos próximos dois anos pastorais: 2014-15 e 2015-16. Em cada trimestre seremos conduzidos por um dos capítulos da Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho”
De set. a dez. de 2014
“A transformação missionária da Igreja”
De jan. a mar. de 2015
“Na crise do compromisso comunitário”
De abr. a jun. de 2015
“O anúncio do Evangelho”
De set. a dez. de 2015
“A dimensão social da evangelização”
De jan. a mar. de 2016
“Evangelizadores com Espírito”
No último trimestre do ano pastoral 2016 (de abril a junho) construir-se-á o documento de trabalho sinodal [“Instrumentum Laboris”], a partir das reflexões feitas nos trimestres anteriores.
Toda esta caminhada guiar-nos-á à Assembleia Sinodal, que se realizará em Novembro de 2016
 

Os materiais

 
Os materiais para divulgação e preparação do Sínodo Diocesano 2016 estão disponíveis para download e também podem ser obtidos em suporte papel na Livraria Nova Terra no Mosteiro de São Vicente de Fora.
 
Exortação Apostólica
 
Outros documentos
 
Materiais diversos
 
1º Trimestre (setembro a dezembro de 2014)
Guião de Leitura #1 (formato livrete)

2º Trimestre (janeiro a março de 2015)
Guião de Leitura #2 (formato livrete)
 
3º Trimestre (abril a junho de 2015)
Guião de Leitura #3 (formato livrete)
 
4º Trimestre (setembro a dezembro de 2015)
Guião de Leitura #4 (formato livrete)
 
5º Trimestre (janeiro a março de 2016)
Guião de Leitura #5 (formato livrete)
 
 

Proposta do Sínodo Diocesano em 2016, ao Conselho Presbiteral pelo Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente

 
1.O Papa Francisco, a 24 de novembro último, dirigiu a toda a Igreja a exortação apostólica Evangelii Gaudium, sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. Depois de alguns números introdutórios, desenvolve-se em cinco capítulos, com clara progressão temática e expositiva: A transformação missionária da Igreja (capítulo 1); Na crise do compromisso comunitário (capítulo 2); O anúncio do Evangelho (capítulo 3); A dimensão social da Evangelização (capítulo 4); Evangelizadores com Espírito (capítulo 5).
 
Na exortação, dirigida «ao episcopado, ao clero, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos», o Papa manifesta a profunda intenção missionária com que exerce o seu ministério, desde a experiência sul-americana à Igreja universal. Assim o evidenciam as notas e citações escolhidas, do Concílio Vaticano II ao magistério dos últimos papas, da documentação do CELAM à assembleia do Sínodo dos Bispos em 2012.
 
Para as dioceses portuguesas, a exortação papal confirma e reforça o processo de reflexão encetado após a vista ad limina de 2007, que teve na nota pastoral da CEP de abril passado o seu resumo programático, em idêntico sentido missionário. Isso mesmo que eu próprio sintetizei na homilia de abertura do meu trabalho patriarcal em Lisboa: fomentar «comunidades de acolhimento e missão».
 
2. No número 25 da exortação o Papa Francisco escreve o seguinte, de modo determinante: «Sublinho que, aquilo que pretendo deixar expresso aqui, possui um significado programático e tem consequências importantes. Espero que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão. Neste momento, não nos serve uma “simples administração”. Constituamo-nos em “estado permanente de missão”, em todas as regiões da terra».
 
Temos, portanto, programa geral e definido para os próximos tempos, diocese a diocese e na Igreja em geral: constituirmo-nos em estado permanente de missão.
 
Já a exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Europa (cf. João Paulo II, 2003, nº 46), reconhecera que as dimensões tradicionais da missio ad gentes, do acompanhamento pastoral e da nova evangelização, encontram no nosso continente igual campo de aplicação. É também a nossa experiência, no patriarcado de Lisboa, pois na mesma paróquia encontramos facilmente situações desses diferentes tipos.
 
O Papa Francisco prossegue, com propósitos tão largos como firmes, que devemos levar muito a sério. Designadamente quando escreve: «Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal mais proporcionado à evangelização do mundo atual do que à auto-preservação. A reforma das estruturas, que a conversão pastoral exige, só se pode entender neste sentido: fazer com que todas elas se tornem mais missionárias, que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais comunicativa e aberta, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de “saída” e, assim, favoreça a resposta positiva de todos aqueles a quem Jesus oferece a sua amizade» (EG, 27).
 
Explicitando ainda mais o seu “programa” para a Igreja universal, o Papa Francisco dá-nos uma icumbência precisa: «Para que o impulso missionário seja cada vez mais intenso, generoso e fecundo, exorto também cada uma das Igrejas particulares a entrar decididamente num processo de discernimento, purificação e reforma» (EG, 30).
 
3. Todas estas indicações pontifícias encontrarão na Igreja de Lisboa o mais fiel e pontual cumprimento. Significativamente, ocorre uma efeméride local que também nos mobilizará nesse sentido. Em novembro de 2016 cumprir-se-ão três séculos sobre a qualificação patriarcal de Lisboa.
 
A distinção deveu-se certamente à magnanimidade do rei D. João V, circunstância epocal que não nos interessará tanto agora. Interessa-nos, isso sim, que o Papa Clemente XI tenha fundamentado missionariamente tal qualificação, pelo facto de o soberano ser movido «pelos claríssimos exemplos dos tão beneméritos reis de Portugal seus antepassados na defesa e propagação da fé» (bula In supremo apostolatus solio, 7 de novembro de 1716). Justificação retomada depois pelo Papa Clemente XII, noutra bula referente ao patriarca de Lisboa, sublinhando a «singular solicitude [do rei português] em promover e propagar, à imitação de todos os seus predecessores, reis de Portugal e dos Algarves, a fé católica entre os povos» (bula Inter praecipuas, 17 de dezembro de 1737).
 
É esta fundamentação do patriarcado de Lisboa que nos motivará ainda, para cumprirmos o programa do Papa Francisco, nos termos concretos de três séculos volvidos. A meta de 2016 será um incentivo mais para a conversão missionária e evangelizadora que o Sucessor de Pedro nos reclama, agora entre nós e a partir de nós.
A exortação apostólica também nos indica o modo de concretizar o objetivo: «Na sua missão de promover uma comunhão dinâmica, aberta e missionária, deverá [o bispo diocesano] estimular e procurar o amadurecimento dos organismos de participação propostos pelo Código de Direito Canónico e de outras formas de diálogo pastoral, com o desejo de ouvir a todos […]. O objetivo destes processos participativos não há de ser principalmente a organização eclesial, mas o sonho missionário de chegar a todos» (EG, 31). Em nota, o Papa indica quais são esses “organismos de participação”, começando pelo sínodo diocesano (cânones 460-468).
Tendo presente quanto vai dito e em conformidade com o cânone 461, § 1, proponho ao Conselho Presbiteral a celebração dum sínodo diocesano em 2016, cuja preparação comece desde já, para concretizar na diocese de Lisboa as orientações do Papa Francisco, retomando e projetando para o futuro o melhor fundamento da nossa qualificação patriarcal.
 
 
Lisboa, 22 de janeiro de 2014, Solenidade de São Vicente
+ Manuel Clemente, patriarca de Lisboa
 
 

 

Cantinho de Maria
 
 

Avisos

21 de Dezembro
Noite de Oração das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, com exposição do SS. Igreja Paroquial, às 21.30h.
 

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actualizado a 07/12/2017
 
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